Sem materialidade estruturada, sua empresa não prova que a agenda ESG faz sentido.

A NBR 20250:2026 leva a sustentabilidade para outro nível: ela precisa ser baseada em critérios verificáveis, rastreáveis e justificáveis, ao longo de todo o ciclo de vida de produtos e serviços.

Sem um processo robusto de materialidade, a empresa não consegue demonstrar por que prioriza determinados temas ESG — e sua estratégia fica vulnerável em auditorias, avaliações ESG e questionamentos de stakeholders.